Reações às reflexões do VER e do JULGAR da parte da manhã – 19.10.2007
Síntese dos relatórios dos grupos 1,2,3 e 4
Reações a partir do VER:
1. Infidelidade ao Evangelho;
2. Distancia entre discurso e prática;
3. Na formação geral de leigos e padres, uns fingem que são formadores e outros que são formandos;
4. O projeto de Pastoral da Arquidiocese não chega às bases, tornando-se, assim, desconhecido;
5. Questões:
• Como tem sido nossa postura diante da conscientização dos pobres, haja vista, a situação econômica e social dos mesmos?
• Qual é o sentido, isto é, o papel da Arquidiocese para a sociedade? Como a sociedade vê a Arquidiocese?
• A Arquidiocese é missionária, samaritana ou clerical com os pobres?
• Como a Igreja, qual é sua postura diante da atual conjuntura sócio-político-econômica?
Reações a partir do JULGAR
1. Há uma consciência clericalista tanto na formação dos padres como dos leigos – há um clericalismo leigo através dos ministérios extraordinários: Comunhão e da Palavra.
2. A Igreja de Fortaleza deve assumir as prioridades que expressam a necessidade do todo.
3. Questões:
3.1 – como a Igreja vai dialogar com essa sociedade fundamentalista, racionalista e secularizada? Como ela vai acolher aquilo de positivo que essa mesma sociedade tem?
3.2 – como fazer para tornar as pessoas verdadeiras discípulas e missionárias de Jesus?
3.3 – sobre a Pastoral Orgânica: como os diversos grupos, movimentos, pastorais, assumem o Projeto de Pastoral da Arquidiocese? Qual o seu espaço?
3.4 – A Arquidiocese de fortaleza só vai atingir o objetivo do Projeto de Pastoral quando o mesmo for assumido por todos.
3.5 – devemos aprender a ser missionários e discípulos de Jesus Cristo.
Síntese dos relatórios dos grupos 5, 6, 7 e 8
1. Observa-se que diante dos aspectos históricos onde usamos de boas palavras e não se percebe uma ação concreta na evangelização de nossa Igreja, nos faz perceber uma problemática de ordem metodológica, pois nossas ações já não acompanham o tempo e já não respondem as inquietações de nosso povo.
2. Assim, devemos buscar um novo método que busque responder ao novo modelo de Igreja, não o modelo que queremos, mas a Igreja de Jesus Cristo de forma Orgânica, sendo corpo vivo desta ação evangelizadora.
3. Ação que possua uma formação permanente que parte da necessidade da construção de um plano de ação que evangelize de forma abrangente atingindo todas as dimensões e diversidades sociais e culturais.
4. Devemos investir numa catequese acessível tanto econômica, como física na proximidade, no oferecimento da formação e mecanismo que favoreça a diminuição da violência na juventude e no âmbito social.
5. Devemos também não perder o foco do objetivo do Plano pastoral da arquidiocese de Fortaleza.
6. Percebe-se que a dimensão sócio-político atinge a vida cristã de nossa diocese e as ações sociais, como o desemprego e a falta de educação; assim devemos traças ações da economia solidaria
7. Perceber também a inserção da Igreja nas questões ecológicas como preservação da vida para que os desafios não sejam empecilhos do florescimento de uma nova ação.
8. As informações e a presença da Igreja de Fortaleza sejam inseridas na mídia televisiva e imprensa.
Surgem algumas perguntas: como o plano pastoral pode tentar sintonizar um direcionamento para a ação comum na igreja?
Síntese dos relatórios dos grupos 10,11 e12
Reações a partir do VER:
1. Foi apresentado o rosto da realidade social claramente, mas faltou mostrar o rosto da Igreja diante dessa realidade.
2. Diante da realidade em que vivemos como vamos pautar nossa ação pastoral?
3. Como evangelizar o mundo tão globalizado e fundamentalista, diante de tanto imediatismo?
4. O assessor apresentou uma visão mais ampla, para um olhar diferente, deixou pistas para a ação evangelizadora.
5. Até que ponto nós como Igreja assumimos uma postura no dia a dia, nossa vida paroquial a missão sacerdotal e laical, na construção do Reino de Deus e responder de forma concreta aos desafios?
6. Até onde a Igreja apóia os leigos e os padres nos serviços missionários?
7. Direcionar a metodologia a ser utilizada no resgate da dignidade humana, e para as correntes de Igreja uma devocional (com adesão total) e outra voltada para o social (sem adesão). Como unificar a Igreja?
8. Como trabalhar o resgate da dignidade humana diante da disparidade social?
9. Os assessores apresentaram uma conotação diferente aos objetivos e prioridades, faz-se necessário pôr os pés no chão.
Reações a partir do JULGAR:
1. Fala-se muito da necessidade da Igreja estar voltada para os pobres, mas muitos padres estão no seu dia a dia no meio dos pobres. É necessário uma releitura do que é a “opção pelos pobres”, pois muitas vezes os pobres não fazem a opção pela Igreja. Deixam-se levar facilmente, pela imaturidade, baixa estima, e muitas por assistencialismo.
2. É necessário aperfeiçoar as estratégias e as atitudes pastorais.
3. Evangelização na periferia.
4. Diferença entre a prática e a pregação que a Igreja vive hoje.
5. Destaque para o que foi citado no Documento de Aparecida: que mostra o que é ser “comunidade nova”, metodologia para os diversos espaços formativos: padres, leigos, missionários, serviço pastoral.
6. Refletindo sobre opção: como essência cristã evangélica, mas como trabalhar, que conotação se dá, na consciência do ser da Igreja missionária.
7. Juventude: concorrência com a mídia e o shopping.
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