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	<title>Blog da Arquidiocese de Fortaleza</title>
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	<description>Tudo sobre nossa Arquidiocese</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 15:19:58 +0000</pubDate>
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		<title>Servos e Apóstolos de Jesus Cristo - Mensagem do Papa para o Mês Missionário</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 12:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Prezados irmãos e irmãs,
Por ocasião do Dia Mundial das Missões, eu gostaria de convidar-vos a refletir na permanente urgência de anunciar o Evangelho também neste nosso tempo. O mandado missionário continua a ser prioridade absoluta para todos os batizados, chamados a ser “servidores e apóstolos de Jesus Cristo” neste início de milênio. O meu venerável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados irmãos e irmãs,</p>
<p>Por ocasião do Dia Mundial das Missões, eu gostaria de convidar-vos a refletir na permanente urgência de anunciar o Evangelho também neste nosso tempo. O mandado missionário continua a ser prioridade absoluta para todos os batizados, chamados a ser “servidores e apóstolos de Jesus Cristo” neste início de milênio. O meu venerável predecessor, o Servo de Deus Paulo VI, já afirmava na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi que “evangelizar é a graça, a vocação própria da Igreja, a sua identidade mais profunda” (n° 14). Como modelo deste empenho apostólico, gosto de indicar especialmente São Paulo, o Apóstolo das Nações, já que neste ano celebramos um jubileu especial dedicado ele. É o Ano Paulino, que nos oferece a oportunidade de nos familiarizarmos com esse notável apóstolo, que teve a vocação de proclamar o Evangelho aos povos não-cristãos, conforme o que o Senhor lhe havia dito: “Vai! É para longe, para os pagãos que vou te enviar” (At 22,21). Como não colher a oportunidade oferecida por este jubileu especial às Igrejas locais, às comunidades cristãs e a cada um dos fiéis para propagar até os últimos confins do mundo o anúncio do Evangelho, “força salvadora de Deus para tudo aquele que crê” (Rm 1,16)?</p>
<p>1. A humanidade precisa de libertação<br />
A humanidade precisa ser libertada e redimida. A própria criação, diz São Paulo, sofre e nutre a esperança de entrar na liberdade dos filhos de Deus (cf. Rm 8,19-22). Essas palavras são verdadeiras também no mundo de hoje. A criação sofre. A humanidade sofre e espera a verdadeira liberdade, espera um mundo diferente, melhor; espera a “redenção”. E no fundo sabe que este novo mundo esperado supõe um novo homem, supõe “filhos de Deus”. Vejamos mais de perto a situação do mundo de hoje. O panorama internacional, se por um lado apresenta prospectivas de desenvolvimento econômico e social promissor, por outro lado oferece à nossa atenção algumas fortes preocupações quanto ao que diz respeito ao próprio futuro do ser humano. A violência, em não poucos casos, marca as relações entre os indivíduos e povos; a pobreza oprime milhões de indivíduos; discriminações e, às vezes, até perseguições por motivos raciais, culturais e religiosos, impelem tantas pessoas a fugirem dos seus países, para buscar refúgio e proteção em outros lugares; o progresso tecnológico, quando não tem como fim a dignidade e o bem do ser humano, nem se articula para um desenvolvimento solidário, perde o seu potencial de fator de esperança, e até corre o risco de agravar desequilíbrios e injustiças já existentes. Existe também uma constante ameaça no que diz respeito à relação homem-meio-ambiente, devido ao uso indiscriminado das fontes, com repercussões na própria saúde física e mental do ser humano. O futuro do ser humano é ainda colocado em risco pelos atentados à sua vida, atentados que assumem várias formas e modalidades.</p>
<p>Diante desse horizonte, “sentimos o peso da inquietação, atormentados entre a esperança e a angústia” (Constituição Pastoral Gaudium et Spes, 4) e, preocupados, perguntamo-nos: o que acontecerá com a humanidade e com a criação? Existe esperança para o futuro, ou melhor, a humanidade tem futuro? E como será esse futuro? A resposta a estas perguntas vêm para nós, crentes, do Evangelho. É Cristo o nosso futuro, e, como eu escrevi na Carta Encíclica Spe Salvi, o seu Evangelho é comunicação que “muda a vida”, dá esperança, escancara a porta escura do tempo e ilumina o futuro da humanidade e do universo (cf. n° 2).</p>
<p>São Paulo sabia bem que só em Cristo a humanidade pode encontrar redenção e esperança. Por isso sentia como urgente e obrigatória a missão de anunciar “a promessa da vida que há em Cristo Jesus” (2Tm 1,1), “nossa esperança” (1Tm 1,1), para que todos os povos pudessem participar da mesma herança e serem “beneficiários da mesma promessa, no Cristo Jesus, por meio do Evangelho” (cf. Ef 3,6). Tinha consciência de que, sem Cristo, a humanidade fica “neste mundo”, sem “esperança nem Deus verdadeiro” (Ef 2,12): “sem esperança, porque sem Deus” (Spe Salvi, 3). Com efeito, “quem não conhece Deus, mesmo podendo ter inúmeras esperanças, no fundo não tem esperança, sem a grande esperança que sustém toda a vida (Ef 2,12)” (ivi, 27).</p>
<p>2. A Missão é questão de amor<br />
É, portanto, um dever obrigatório para todos anunciar Cristo e a sua mensagem de salvação. “Ai de mim”, disse São Paulo, “se eu não anunciar o Evangelho!” (1Cor 9,16). No caminho de Damasco, ele experimentou e compreendeu que a Redenção e a Missão são obra de Deus e do seu amor. O amor de Cristo levou-o a percorrer as estradas do Império Romano como arauto, apóstolo, pregoeiro, mestre do Evangelho, do qual se proclamava “embaixador algemado” (Ef 6,20). A caridade divina fez dele “tudo para todos, para salvar a todo custo alguns” (1Cor 9,22). Olhando a experiência de São Paulo, entendemos que a atividade missionária é uma resposta ao amor com o qual Deus nos ama. O seu amor redime-nos e estimula-nos para a Missão “ad gentes” [de primeiro anúncio aos povos não cristãos]; é a energia espiritual capaz de fazer crescer na família humana a harmonia, a justiça, a comunhão entre as pessoas, raças e povos, à qual todos aspiramos (cf. Deus Caritas Est, 12). É, portanto, Deus, que é Amor, que guia a Igreja até as fronteiras da humanidade e chama os evangelizadores a saciarem-se “daquela primeira e originária fonte que é Jesus Cristo, de cujo coração ferido emana o amor de Deus” (Deus Caritas Est, 7). Só dessa fonte podem-se tirar a atenção, a ternura, a compaixão, o acolhimento, a disponibilidade, o interesse pelos problemas do povo, e as outras virtudes necessárias aos mensageiros do Evangelho, para deixarem tudo e dedicarem-se completamente e incondicionalmente a espalhar pelo mundo o perfume da caridade de Cristo.</p>
<p>3. Evangelizar sempre<br />
Enquanto continua sendo necessária e urgente a primeira evangelização em não poucas regiões do mundo, escassez de clero e falta de vocações afligem hoje várias dioceses e institutos de vida consagrada. É importante insistir em que, apesar da presença de crescentes dificuldades, o mandado de Cristo para evangelizar todos os povos continua sendo prioridade. Nenhuma razão pode justificar uma diminuição ou estagnação, uma vez que “o mandado de evangelizar todas as pessoas constitui a vida e a missão essencial da Igreja” (Paulo VI, Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, 14). Missão que “ainda se encontra nos inícios e a cujo serviço devemos dedicar todas as forças” (João Paulo II, Encíclica Redemptoris Missio, 1). Como não pensar aqui no macedônio que, aparecido em sonho a Paulo, gritou “Vem à Macedônia e ajude-nos!”? Hoje são inúmeros os que esperam o anúncio do Evangelho, os que têm sede de esperança e de amor. Os que se deixam tocar em profundidade por esse pedido de ajuda que se levanta da humanidade deixam tudo por Cristo e transmitem aos homens e mulheres o amor a Ele - cf. Spe Salvi, 8!</p>
<p>4. Ai de mim, se eu não evangelizar (1Cor9,16)<br />
Prezados irmãos e irmãs, “duc in altum” [vai mar adentro]! Adentremo-nos no vasto mar do mundo, e, seguindo o convite de Jesus, lancemos sem temor as redes, confiantes na sua constante ajuda. Lembra-nos São Paulo que não é uma honraria pregar o Evangelho (cf. 1Cor 9,16), mas uma tarefa e uma alegria. Prezados irmãos Bispos, seguindo o exemplo de Paulo, cada um se sinta “prisioneiro de Cristo para os gentios” (Ef 3,1), sabendo que pode contar nas dificuldades e nas provas com a força que nos vem d’Ele. O Bispo não é consagrado só para a sua diocese, mas para a salvação do mundo todo (cf. Encíclica Redemptoris Missio, 63). Como o apóstolo Paulo, é chamado a dirigir-se aos distantes que ainda não conhecem Cristo, ou ainda não experimentaram seu amor libertador; é seu empenho tornar missionária toda a comunidade diocesana, contribuindo de bom grado, segundo suas possibilidades, com o envio de presbíteros e leigos a outras Igrejas, para o serviço de evangelização. A Missão “ad gentes” torna-se assim o princípio unificador e convergente de toda a sua atividade pastoral e caritativa.</p>
<p>Vós, prezados presbíteros, primeiros colaboradores do Evangelho, sede pastores generosos e evangelizadores entusiastas! Nestas últimas décadas, não poucos de vós, fostes para territórios de Missão na linha da Encíclica Fidei Donum, cujo 50° aniversário acabamos de comemorar, e com a qual o meu venerável predecessor, o Servo de Deus Pio XII, deu impulso à cooperação entre as Igrejas. Confio que não diminua essa tensão missionária nas Igrejas locais, apesar da escassez de clero que aflige não poucas delas.</p>
<p>E vós, prezados religiosos e religiosas, marcados, por vocação, por uma forte conotação missionária, levais o anúncio do Evangelho a todos, especialmente aos distantes, mediante o testemunho coerente de Cristo e o seguimento radical do seu Evangelho.</p>
<p>Na difusão do Evangelho sois chamados a tomar parte, de maneira sempre mais relevante, todos vós, prezados fiéis leigos, que atuais nos diversos âmbitos da sociedade. Abre-se assim diante de vós um complexo e multiforme areópago a ser evangelizado: o mundo. Testemunhai com a vossa vida que os cristãos “pertencem a uma nova sociedade, rumo à qual estão a caminho, e que, na sua peregrinação, é antecipada” (Spe Salvi, 4).</p>
<p>5. Conclusão<br />
Prezados irmãos e irmãs, que a celebração do Dia Mundial das Missões vos encoraje a todos a tomar renovada consciência da urgente necessidade de anunciar o Evangelho. Não posso não destacar com vívido reconhecimento a contribuição das Pontifícias Obras Missionárias para com a ação evangelizadora da Igreja. Agradeço-as pelo apoio que oferecem a todas as comunidades, especialmente às mais jovens. Elas são um válido instrumento para animar e formar missionariamente o Povo de Deus, e alimentam a comunhão de pessoas e bens entre as diversas partes do Corpo Místico de Cristo. A coleta que no Dia Mundial das Missões é feita em todas as paróquias seja sinal de comunhão e de solicitude recíproca entre as Igrejas. Seja, enfim, intensificada sempre mais no povo cristão a oração, indispensável meio espiritual para difundir entre todos os povos a luz de Cristo, luz que ilumina “as trevas da história” (Spe Salvi, 49). Ao confiar ao Senhor o trabalho apostólico dos missionários, das Igrejas espalhadas pelo mundo e dos fiéis empenhados em diversas atividades missionárias, invocando a intercessão do apóstolo Paulo e de Maria Santíssima, “Arca da Aliança Viva”, Estrela da Evangelização e da Esperança, envio a todos a Bênção Apostólica.</p>
<p>Vaticano, 11 de maio de 2008<br />
Solenidade de Pentecostes </p>
<p>Benedictus PP. XVI
</p>
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		<title>Discípulos e missionários de Jesus Cristo em caminhada com Maria – no Ano Paulino”.</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 18:20:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O mês de agosto é marcado entre nós pela celebração da Padroeira da Cidade de Fortaleza, Nossa Senhora da Assunção, no dia 15 de agosto, que neste ano ocorrerá numa sexta-feira. Feriado municipal desde algum tempo.
Há alguns anos, já cinco, iniciamos a &#8220;Caminhada com Maria&#8221;, como resgate das origens cristãs, católicas e marianas desta Cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de agosto é marcado entre nós pela celebração da Padroeira da Cidade de Fortaleza, Nossa Senhora da Assunção, no dia 15 de agosto, que neste ano ocorrerá numa sexta-feira. Feriado municipal desde algum tempo.</p>
<p>Há alguns anos, já cinco, iniciamos a &#8220;Caminhada com Maria&#8221;, como resgate das origens cristãs, católicas e marianas desta Cidade da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção. Partindo da Barra do Rio Ceará, onde foi construída pelos portugueses no século XVII a primeira capela em homenagem a Nossa Senhora do Amparo. Esquecida durante a presença dos holandeses, após a reconquista portuguesa, na fortaleza por eles deixada foi erguida uma hermida e a mesma dedicada a Nossa Senhora da Assunção. Passou posteriormente a imagem para uma pequena igreja construída junto aos meandros do Rio Pajeú, dedicada a São José, sendo nela também venerada Nossa Senhora da Assunção, padroeira do povoado que se estendeu além da fortaleza. Assim se referem historiadores que resgatam as memórias iniciais da cidade.</p>
<p>A solenidade da Assunção de Maria ao céu é  oportunidade para voltar aos inícios da evangelização nesta nossa terra e mais ainda às fontes de nossa identidade cristã católica. Com Maria, Mãe de Jesus, reconhecemos as atitudes primeiras de nossa fé em Jesus Cristo: acolhimento da revelação de Deus feito homem, nosso único Salvador. Este reconhecimento orienta a opção fundamental de vida à sua disposição e no seu seguimento. Como ela, discípula primeira no &#8220;sim&#8221; completo às palavras de Deus e seus planos: &#8220;Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a Sua palavra.&#8221; (Lc 1, 38).</p>
<p>No centro de nossa vida cristã está o encontro com a pessoa de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. É para este centro que sempre se refere a Virgem Maria de Nazaré, Mãe do Filho de Deus feito homem.</p>
<p>A &#8220;Caminhada com Maria&#8221; não quer ser simplesmente um evento turístico e cultural, mas é realizada a partir de uma proposta do Papa João Paulo II para o ano 2003. Ela quer ser uma experiência de Caminho no seguimento de Jesus com Maria, conforme o itinerário do Rosário – meditação rezada dos passos da vida de Jesus e, com Ele e para Ele, de Maria – os mistérios da salvação. Conforme a tradição do rosário em seus mistérios gozosos, dolorosos e gloriosos, acrescida dos mistérios da luz – acontecimentos do ministério público de Jesus, é que se retoma todo o itinerário da vida cristã como seguimento de Cristo. É um roteiro espiritual de vida para formar em cada discípulo de Cristo Sua própria imagem e encaminhar a humanidade desde o acolhimento da palavra de Deus até a plena comunhão de vida com Ele e em sua missão. </p>
<p>Neste ano algo de novo nos estimula nesta experiência de Caminho de Fé: o ANO PAULINO 2000 do nascimento do Apóstolo São Paulo, o grande discípulo de Jesus Cristo e evangelizador dos povos.</p>
<p>O discípulo faz o caminho do seguimento de Jesus. O evangelizador missionário leva a graça recebida e a anuncia a  todos, propondo na alegria a participação no Evangelho do Senhor.</p>
<p>Como discípulo mostra em si o que é o Evangelho feito vida nos passos de Jesus, conformando sua vida com Ele à vontade do Pai. Como discípulo torna-se membro da família de Deus, membro do Corpo de Cristo, da Igreja do Senhor Morto e Ressuscitado que doa Seu Espírito. Como apóstolo torna-se enviado em missão para fazer discípulos de entre todos os povos. E Paulo assim o fez na descoberta maravilhosa acontecida no encontro com Jesus Ressuscitado. Tomado de divino ardor, de entusiasmo, torno-se propagador, não de uma idéia, mas do mesmo encontro que pessoalmente fez com Jesus. </p>
<p>O estímulo deste Ano Paulino nos leva a refazer ou mesmo fazer pela primeira vez o encontro com o Senhor que transforma totalmente a nossa vida.  Depois disto tudo o mais é sem importância, ou como reconhece São Paulo, torna-se lixo diante do grande bem que é o conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Na caminhada de discípulos missionários temos a Luz de Jesus que nos orienta e o reflexo desta mesma luz que, em seus santos, nos estimula a fazermos o mesmo caminho. Em Maria, primeira discípula missionária de Jesus, Mãe e Modelo da Igreja, encontramos todos os traços do Evangelho em perfeição. No grande apóstolo das nações, testemunho e anúncio da mesma realidade por ele vivida de modo fulgurante.</p>
<p>Somos chamados a ser “Discípulos e missionários de Jesus Cristo” – no Caminho, com Maria, com Paulo, com todos os discípulos e missionários do Senhor.<br />
+ José Antonio Aparecido Tosi Marques<br />
Arcebispo de Fortaleza
</p>
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		<title>Novo Plano de Pastoral - 2008 -2010 - Apresentação</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 17:55:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[É sempre o mesmo e sempre novo o mandato do Senhor: “Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado (Mt 28,19).
Em cada tempo e lugar a Igreja deve viver sua missão fiel ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É sempre o mesmo e sempre novo o mandato do Senhor: “Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado (Mt 28,19).</p>
<p>Em cada tempo e lugar a Igreja deve viver sua missão fiel ao envio que lhe foi dado por Jesus e respondendo às necessidades das pessoas humanas às quais é dirigida. Assim, inspirada e motivada por acontecimentos eclesiais importantes: a V Conferência do Episcopado Latino Americano e do Caribe e o Documento de Aparecida, as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e o Planejamento Pastoral do Regional NE1 CNBB – Ceará, nossa Igreja Arquidiocesana de Fortaleza colocou-se em trabalho conjunto para um novo Plano de Pastoral.</p>
<p>Apresentamos com alegria cristã, gratidão ao Senhor que nos acompanha com Sua graça e compromisso com todos os irmãos, este Plano de Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza 2007 – 2010. Foi ele fruto de um belo trabalho em mutirão no levantamento da nossa realidade social e eclesial, na reflexão exigente à luz da fé e no empenho dedicado por caminhos de ação evangelizadora que possam responder às exigências da fé e às interpelações de nosso tempo.</p>
<p>Esperamos continuar agora na mesma comunhão eclesial que propiciou a realização deste plano, mais ainda nos esforços de sua aplicação prática em toda a nossa Igreja. É premissa irrenunciável nossa vida de comunhão eclesial de irmãos no Senhor. Será sempre partindo da comunhão, desenvolvendo-se em comunhão, que chegaremos à meta que é da Igreja toda e nossa: “a íntima comunhão com Deus e de todo o gênero humano” (cf. LG 1) – uma comunidade eclesial de “discípulos missionários de Cristo – Caminho, Verdade e Vida – para que nossos povos tenham vida nEle” (cf. DA 1). </p>
<p>Em seu Objetivo Geral da Evangelização a Arquidiocese de Fortaleza se propõe: “Evangelizar a todos para construir comunidades que reafirmem sua adesão à pessoa e à missão de Jesus Cristo libertador, na sua paixão pelo Pai e pelos pobres, edificando, a serviço do resgate da dignidade humana, uma igreja samaritana, em que todos sejam sujeitos de uma nova história, a caminho do Reino definitivo”. Este objetivo será a luz orientadora da direção de todas as atitudes e ações evangelizadoras e determinações pastorais. Fazer acontecer a família de Deus, divina e humana, será a razão maior de todas as escolhas e atividades. Nela a plena vida se realiza para a máxima dignidade de toda pessoa humana em seu destino maior.</p>
<p>As Prioridades – Formação, Missão, Família e Juventude – apresentam-se como um referencial indispensável para termos objetividade de ação, agindo a partir de determinadas demandas e focando nelas nossas energias para que não se dispersem em atividades difusas.</p>
<p>Confiamos na promessa do Senhor ao nos dar a Sua missão como nossa: “e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos (Mt 28,20). Move-nos a confiança, pois Ele mesmo age em nós pelo Seu Espírito.</p>
<p>+ José Antonio Aparecido Tosi Marques</p>
<p>Arcebispo Metropolitano de Fortaleza
</p>
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		<title>Participantes da 19ª Assembléia</title>
		<link>http://blog.arquidiocesedefortaleza.org.br/2007/10/22/participantes-da-19%c2%aa-assembleia/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 19:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Categoria Principal</category>

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		<description><![CDATA[Bispos
Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques - Arcebispo
Dom José Luiz Ferreira Salles, C.Ss.R -  Bispo Auxiliar
Vigários Episcopais
Pe. Reginaldo Guimarães Lima 	- Região Praia
Pe.  Antônio Robério Martins de Queiroz 	- Região Serra
Pe. Arildo Silva Castro	                - Região Sertão
Pe. José [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Bispos</strong><br />
Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques - <em>Arcebispo</em><br />
Dom José Luiz Ferreira Salles, C.Ss.R -  <em>Bispo Auxiliar</em></p>
<p><strong>Vigários Episcopais</strong><br />
Pe. Reginaldo Guimarães Lima 	- <em>Região Praia</em><br />
Pe.  Antônio Robério Martins de Queiroz 	- <em>Região Serra</em><br />
Pe. Arildo Silva Castro	                - <em>Região Sertão</em><br />
Pe. José Francisco de Sousa 	                - <em>Região Metropolitana  1</em><br />
Pe. Francisco Adair Ramos de Abreu 	- <em>Região Episcopal 2</em><br />
Pe. Luís Fernando Martins Cabral, MSC 	- <em>Região Episcopal 3</em><br />
Mons. Antônio Souto Ribeiro da Silva	- <em>Vigário Geral da Arquidiocese</em></p>
<p><strong>Assessores</strong><br />
Francisco Antônio Ferreira de Almeida<br />
Maria Mônica Pimentel Pinto<br />
Ir. Terezinha das Neves Cota, RC<br />
Pe. Manfredo Araújo de Oliveira 	</p>
<p><strong>Organismos e Articulações</strong><br />
Ana Lourdes de Freitas	- <em>CEBs</em><br />
Alessandra Pereira da Silva 	- <em>COMIDI</em><br />
Francisco Silva Furtado	- <em>Articulação da Catequese</em><br />
José Roberto Matos Cabral	- <em>CDPDH (Centro de Defesa)</em><br />
Maria José de Oliveira 	- <em>Conselho de Leigos</em><br />
Maria Inês Viana Silva 	- <em>Cáritas Arquidiocesana</em><br />
Pe. Francisco Ivan de Souza	- <em>Coordenador de Pastoral</em><br />
Pe. Alderi Leite de Araújo	- <em>Coordenador do Diaconato Permanente</em><br />
Pe. Piter  Mc Carthy, C.Ss.R	- <em>CRB - Núcleo Fortaleza</em><br />
Pe. Antônio G. Medeiros Filho	- <em>Delegado da AEC</em></p>
<p><strong>Delegados da Região Praia</strong><br />
Pe. Aldenor Bezerra Torres<br />
Ir. Antônia Maria Alves de Sousa, IMSM<br />
Pe. Antonio Aécio Estevão de Sousa<br />
Elisbão Ribeiro Rodrigues<br />
Pe. Francisco Macerlândio Teixeira Gomes<br />
Ivonete Elias da Costa<br />
Diác. Josieldo da Silva do Nascimento<br />
Luiza Ferreira de Oliveira<br />
Maria Erivan Ferreira da Silva<br />
Maria Regiane Silvestre Muniz<br />
Pe. Moacir Cordeiro Leite<br />
Pe. Raimundo Nonato da Silva 	</p>
<p><strong>Delegados da Região Serra</strong><br />
Pe. Antônio Raimundo de Souza Rodrigues<br />
Francisco Dalber da Silva<br />
Pe. Francisco Rodrigues de Souza<br />
Iranilda Felipe dos Santos<br />
Isabel Cristina<br />
Pe. José Eudázio do Nascimento Cruz<br />
Pe. José Maria Cavalcante Costa<br />
Pe. Josileudo Queiroz Façanha<br />
Pe. Luiz Alberto Chaves Freire<br />
Pe. Marcos Antonio de Oliveira<br />
Maria Neide de Castro Bezerra<br />
Maria Pastora de Jesus Simeão Nascimento<br />
Maria Tânia de Sousa Lopes<br />
Rita Célia Silva Rodrigues	</p>
<p><strong>Delegados da Região Sertão</strong><br />
Ângela Maria Barroso da Silva<br />
Antônio Fábio Uchoa Soares<br />
Pe. Dimas Gonçalves Lima<br />
Pe. Francisco das Chagas Soares Rodrigues<br />
Pe. Francisco José dos Santos Chaves<br />
Frei João Amilton dos Santos, OFM<br />
Lucivângela Luz de Sousa<br />
Maria Oscarina Marques Araújo<br />
Selma Maria Ferreira	</p>
<p><strong>Delegados da Região Metropolitana 1</strong><br />
Pe. Clairton Alexandrino de Oliveira<br />
Clara Maria França de Paula<br />
Francisca de Carvalho Feitosa<br />
Pe. Francisco Bezerra do Carmo<br />
Pe. Francisco Geovane Saraiva Costa<br />
João Albuquerque Rocha Filho<br />
Pe. José Álvaro Campos Vieira<br />
Joselita Maria de Castro<br />
Maria do Socorro de Matos<br />
Maria Elenise de Sousa Mesquita<br />
Maria Inês Pinto Bessa<br />
Maria José Colares Guerra<br />
Onilda Carneiro de Azevedo<br />
Pe. Raimundo Nonato de Oliveira Neto<br />
Tiago Monteiro Sousa<br />
Pe. Virgínio Asêncio Serpa 	</p>
<p><strong>Delegados da Região Metropolitana 2</strong><br />
Alexandrina Maria do Nascimento Soares<br />
Antonieta Oliveira Alves<br />
Pe.	Antônio Alves de Lima<br />
Bruno Bergman Vasconcelos Carvalho<br />
Daniela Carneiro Lopes<br />
Pe. Edmilson Mendes Menezes<br />
Pe. Emílio José Castelo Ferreira<br />
Pe. Fernando Antônio Carvalho Costa<br />
Pe. Flávio Lima da Silva, SDS<br />
Francisca Irlia Alves Pessoa<br />
Francisca Moreira Campos<br />
Frei Francisco da Cruz Oliveira, OFMcap<br />
Pe. Glailson William Ribeiro do Nascimento<br />
Isabel Cristina Pereira Lima<br />
Isaura Pereira da Silva<br />
Pe. João (John) Keeling, C.Ss.R<br />
Pe. João Bonifácio dos Santos, CM<br />
Frei José Alberto Moreno Carrillo, OAR<br />
José Eudásio Evelino Pinheiro<br />
Pe. José Soares Teixeira<br />
Pe. Manfred Knossalla<br />
Manoel Lima de Oliveira<br />
Pe. Marcos Mendes de Oliveira<br />
Maria de Fátima Neris<br />
Maria de Fátima Vasconcelos<br />
Maria Eridan Rodrigues Queiroz<br />
Maria Jucileide Vasconcelos Cronenberger<br />
Marta Angelina de Carvalho<br />
Pe. Miguel Batista de Morais Neto, SCJ<br />
Pe. Rafhael Silva Maciel<br />
Raimundo Renato Mesquita<br />
Pe. Sebastião Sá Lima<br />
Sônia Mara Gomes Costa<br />
Pe. Tarcísio Pereira de Paiva, SCJ<br />
Vera Lúcia Oliveira de Pontes<br />
Pe. Watson Holanda Façanha	</p>
<p><strong>Delegados da Região Metropolitana 3</strong><br />
Ademir Alberto Brandão Gomes Lourenço<br />
Pe. Agnaldo Gomes Batista, SDN<br />
Aila Maria Luciano Pereira<br />
Aila Maria Santos Lima<br />
Alex de Brito Sátiro<br />
Pe. Antônio Alves de Souza, MSC<br />
Pe. Antônio Lauri Oliveira de Souza, CSJ<br />
Pe. Carlos Alberto Monteiro de Andrade<br />
Pe. Daniel Morais de Sousa<br />
Darlyane Farias da Silva<br />
Deusdeth Alves de Lima<br />
Pe. Eduardo Fabrício Damasceno Cruz, INJ<br />
Pe. Eliomar Ribeiro de Souza, SJ<br />
Fernanda Gonçalves de Sousa<br />
Francisca Soares Pérsico<br />
Francisco Carlos Ferreira Lima<br />
Pe. Francisco de Assis Filho<br />
Francisco Laedilson Macedo do Nascimento<br />
Pe. Gilson Marques Soares<br />
Glaubércio Valentim da Silva<br />
Pe. Jairo Gallego Salazar, CJM<br />
Pe. João Bosco de Sousa Leite<br />
José Cardoso Nunes<br />
Pe. José Ferreira de Mesquita<br />
Pe. Luiz Gonzaga Furtado Neto<br />
Maria Socorro dos Santos<br />
Pe. Oliveira Braga Rodrigues<br />
Rozângela Severiano Paiva</p>
<p><strong>Outros</strong><br />
Júlio César Pereira de Pontes	- <em>Delegado dos Seminaristas da Arquidiocese</em><br />
Diác. Paulo Rodrigues da Silva - <em>Diácono Permanente</em><br />
Pe. Pietro Luiz Sartorel	- <em>Diretor do ICRE</em><br />
Francisco Darthanan Ribeiro 	- <em>Ecônomo da Arquidiocese</em><br />
Vanda Martins Pereira 	- <em>ESPAC</em><br />
Teodoro Darc da Silveira	- <em>FAMEC (Fórum dos Mov.Eclesiais)</em><br />
Mons. Francisco Manfredo Thomaz Ramos - <em>ITEP</em><br />
Francisco Vladimir Lima da Silva - <em>Pastorais Sociais</em><br />
Francisco Ernande Arcanjo Silva - <em>Pastoral da Juventude</em><br />
José Moreira	                - <em>Pastoral Familiar</em><br />
Oscarina Maria Silva Andrade	- <em>Pastoral Familiar</em><br />
Andréa de Carvalho Blum	- <em>Pastoral Vocacional</em><br />
Pe. Antônio Almir M. Oliveira	- <em>Reitor do Seminário de Filosofia</em><br />
Pe. José Benício Nogueira	- <em>Reitor do Seminário Propedêutico</em><br />
João Augusto Stascxak 	    - <em>Pelo Secretariado de Pastoral</em><br />
Miguel Arcanjo Fernandes Brandão - <em>Secretário Executivo</em><br />
Pe. Francisco Antônio Francilêudo - <em>Seminário Arquidiocesano de Teologia</em></p>
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		<title>Palavras de encerramento de Dom José Antonio Tosi Marques na 19ª Assembléia de Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza.</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Oct 2007 16:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Dom José Antonio finalizou a Assembléia com palavras animadoras e agradecendo a Deus por conceder a sua graça. “Toda a graça de Deus em nos ajudar a chegarmos aqui com todo o esforço com uma só alma, um só espírito. A graça de nos dar luzes, clareza e estimulo para chegarmos a esses resultados. Quero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dom José Antonio finalizou a Assembléia com palavras animadoras e agradecendo a Deus por conceder a sua graça. “Toda a graça de Deus em nos ajudar a chegarmos aqui com todo o esforço com uma só alma, um só espírito. A graça de nos dar luzes, clareza e estimulo para chegarmos a esses resultados. Quero também dar graças a Deus a todas as pessoas que são instrumentos e buscam ser Igreja”.</p>
<p>Dom José Antonio também agradeceu a todos aqueles e aquelas que serviram para termos uma boa Assembléia. Agradeceu, ainda, não só a quem contribui estando aqui, mas também àquelas pessoas que, mesmo em seus lugares, ajudaram de alguma forma no processo desta Assembléia. “Quero agradecer às pessoas que limparam o chão, os banheiros, as salas e preparou todo o bem estar da Assembléia”. E finalizou dizendo “Essa Assembléia não se encerra agora, pelo contrario, ela começa”.</p>
<p> A 19ª Assembléia de Pastoral concluiu seus trabalhos nesta manhã do dia 21, domingo, com o lançamento do decreto sobre Projeto do Dízimo para a Arquidiocese,  realizado pelo senhor arcebispo, Dom José Antonio. Esse Projeto é resultado de vários anos de pesquisas e consultas durante dois anos. </p>
<p>Os participantes saem animados com as três prioridades assumidas a serem vivenciadas pelas paróquias, áreas pastorais, movimentos e pastorais: Formação – Missão – Família e Juventude.</p>
<p>A 19ª Assembléia de Pastoral foi realizada no Centro de Pastoral “Maria, Mãe da Igreja”. Na avaliação, os participantes avaliaram como positivo a realização da Assembléia aqui em Fortaleza. </p>
<p>OBJETIVO GERAL DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA</p>
<p>“Evangelizar a todos para construir comunidades que reafirmem sua adesão à pessoa e à missão de Jesus Cristo libertador, na sua paixão pelo pai e pelos pobres, edificando, a serviço do resgate da dignidade humana, numa igreja samaritana, em que todos sejam sujeitos de uma nova história, a caminho do Reino definitivo”. </p>
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		<title>Acabaram de ser definidas as três  prioridades para a ação Pastoral da Arquidiocese para os próximos anos.</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 20:49:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acabaram de ser definidas na 19ª Assembléia de Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza as três  prioridades para a ação Pastoral da Arquidiocese para os próximos anos, são elas:
- Formação
- Missão
- Família e Juventude.
Os grupos nesse momento estão planejando as ações de cada prioridade. 
A programação de amanhã dia 21 – Domingo, será:
08h00: Ofício da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabaram de ser definidas na 19ª Assembléia de Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza as três  prioridades para a ação Pastoral da Arquidiocese para os próximos anos, são elas:<br />
- Formação<br />
- Missão<br />
- Família e Juventude.</p>
<p>Os grupos nesse momento estão planejando as ações de cada prioridade. </p>
<p>A programação de amanhã dia 21 – Domingo, será:</p>
<p>08h00: Ofício da manhã<br />
08h30: Apresentação das propostas de ação<br />
09h30: Comunicações, avaliação<br />
10h00: lanche<br />
10h30: Promulgação do Projeto do Dízimo.<br />
11h00: Celebração de encerramento da Assembléia.<br />
11h30: Almoço de confraternização.</p>
<p>Contato: 3388.8703</p>
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		<title>Aprovado o Novo Objetivo Geral da Ação Evangelizadora da Arquidiocese de Fortaleza</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 15:39:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[OBJETIVO GERAL DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA
Evangelizar a todos para construir comunidades que reafirmem sua adesão à pessoa e à missão de Jesus Cristo libertador, na sua paixão pelo Pai e pelos pobres, edificando, a serviço do resgate da dignidade humana, uma Igreja samaritana, em que todos sejam sujeitos de uma nova história, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>OBJETIVO GERAL DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA</p>
<p>Evangelizar a todos para construir comunidades que reafirmem sua adesão à pessoa e à missão de Jesus Cristo libertador, na sua paixão pelo Pai e pelos pobres, edificando, a serviço do resgate da dignidade humana, uma Igreja samaritana, em que todos sejam sujeitos de uma nova história, a caminho do Reino definitivo.
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resumo da manhã - Dia 20.10.2007</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 15:06:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois do momento inicial: acolhida, oração do dia, os participantes iniciaram as votações.
Nesse momento os participantes votam para a definição do  OBJETIVO GERAL. Durante o dia de ontem a assembléia definiu continuar com o mesmo o objetivo anterior, porém, como emendas. As emendas foram trabalhadas nos grupos e hoje a equipe de secretaria – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do momento inicial: acolhida, oração do dia, os participantes iniciaram as votações.</p>
<p>Nesse momento os participantes votam para a definição do  OBJETIVO GERAL. Durante o dia de ontem a assembléia definiu continuar com o mesmo o objetivo anterior, porém, como emendas. As emendas foram trabalhadas nos grupos e hoje a equipe de secretaria – digitação, realizaram a síntese dos resultados e a assembléia votou sobre a mesma.</p>
<p>Logo mais daremos noticias sobre o resultado da votação.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Apreciação de Pe. Almir  sobre a Assembléia</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 13:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Categoria Principal</category>

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		<description><![CDATA[BALANÇO DO PRIMEIRO DIA DA ASSEMBLÉIA
Pe. Almir Magalhães
Fazendo um ligeiro balanço do primeiro dia de nossa Assembléia Arquidiocesana de Pastoral, percebi um clima de muita maturidade e positividade.
Em primeiro lugar o destaque vai para o trabalho dos assessores como também das reações dos participantes; por este primeiro dia se deduz que paira uma atmosfera que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BALANÇO DO PRIMEIRO DIA DA ASSEMBLÉIA</p>
<p>Pe. Almir Magalhães</p>
<p>Fazendo um ligeiro balanço do primeiro dia de nossa Assembléia Arquidiocesana de Pastoral, percebi um clima de muita maturidade e positividade.<br />
Em primeiro lugar o destaque vai para o trabalho dos assessores como também das reações dos participantes; por este primeiro dia se deduz que paira uma atmosfera que aponta para um anelo de uma Igreja que precisa se renovar e que quer se comprometer com a vida.<br />
Fato que merece destaque, é a sintonia que apareceu durante todo o dia com a Conferência de Aparecida e seu respectivo documento.<br />
Esta relação com o referido documento, nos faz lembrar a necessidade de enfrentarmos o grande desafio da renovação eclesial, para que as grandes questões ontem levantadas possam ser assumidas. O Documento de Aparecida, não poucas vezes toca neste assunto; sobretudo quando reflete sobre a Paróquia:</p>
<p>- Para a sua renovação se exige a reformulação de suas estruturas (DA nº 172);<br />
- Que a renovação das Paróquias exige atitudes novas dos párocos e dos sacerdotes que estão a serviço delas (DA, nº 201);<br />
- Que uma Paróquia, comunidade de discípulos missionários, requer organismos que superem qualquer tipo de burocracia (DA, nº 203);<br />
- Que a Igreja necessita de forte comoção que a impeça de se instalar na comodidade, no estancamento e na indiferença, à margem do sofrimento dos pobres do continente e que cada comunidade cristã se transforme num poderoso centro de irradiação da vida cristã e que esperamos um Novo Pentecostes que nos livre do cansaço, da desilusão, da acomodação ao ambiente (DA, nº 362)<br />
- Que nenhuma comunidade deve isentar-se de entrar decididamente, com todas as forças, nos processos constantes de renovação missionária e de abandonar as ultrapassadas estruturas que já não favoreçam a transmissão da fé. (DA, nº 365)<br />
- Finalmente, a conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária. (DA, nº 370)</p>
<p>Sugiro:</p>
<p>1.	Que se elabore um programa de renovação eclesial;<br />
2.	Criação de Vicariatos que extrapolem o territorial;<br />
3.	Socializar  a experiência da Paróquia de Pajuçara, que tem uma expressiva caminhada como rede de comunidades (não como modelo, mas como experiência piloto)</p>
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		<title>Artigo sobre a Assembléia de Pastoral - Pe. Almir Magalhães</title>
		<link>http://blog.arquidiocesedefortaleza.org.br/2007/10/20/artido-sobre-a-assembleia-de-pastoral-pe-almir-magalhaes/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 13:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Categoria Principal</category>

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		<description><![CDATA[ASSEMBLÉIA ARQUIDIOCESANA DE PASTORAL
 Pe. Almir Magalhães *
A complexidade da sociedade moderna, a emergência do mundo urbano com seus inúmeros desafios que, sem dúvida, repercutem na evangelização e desafiam a presença da Igreja no mundo, para que ela possa visibilizar o mais que puder o Reino de Deus, do qual ela é sacramento e instrumento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ASSEMBLÉIA ARQUIDIOCESANA DE PASTORAL<br />
 Pe. Almir Magalhães *</p>
<p>A complexidade da sociedade moderna, a emergência do mundo urbano com seus inúmeros desafios que, sem dúvida, repercutem na evangelização e desafiam a presença da Igreja no mundo, para que ela possa visibilizar o mais que puder o Reino de Deus, do qual ela é sacramento e instrumento, exigem cada vez mais que se dê a devida atenção ao Planejamento Pastoral Participativo.<br />
	É com este olhar que a Arquidiocese de Fortaleza realiza nestes dias (18 a 21.10.07), um evento importantíssimo, a sua 19ª. Assembléia Arquidiocesana de Pastoral, como parte de um longo processo participativo distribuído em três momentos  (VER a realidade, JULGAR esta realidade com critérios emanados da Bíblia, do Magistério da Igreja, da reflexão teológica e da contribuição das ciências humanas e, na fase final destes dias, o AGIR, que recapitula os dois momentos anteriores, e define o Objetivo Geral e as Prioridades Pastorais que a Igreja de Fortaleza assumirá durante os próximos anos.<br />
Referida Assembléia se reveste de grande importância.<br />
Em primeiro lugar, é um instrumento de comunhão e participação, na medida em que tem uma identidade circular, pois reúne os membros da Igreja que estão mais comprometidos com a sua ação, para pensar e definir comunitariamente qual o rumo da Igreja por um determinado período.<br />
	Em segundo lugar, a Assembléia é convocada para recuperar, no atual contexto, a nossa grande utopia: o Projeto de Deus e o lugar da esperança num mundo marcado pela “pós-modernidade”, que diz não a qualquer perspectiva de futuro, a qualquer horizonte mais distante, e aposta no imediato. O que vale é o aqui e agora, a “ditadura do presente”. O Planejamento rompe com esta lógica e projeta um futuro desejável.<br />
	Em terceiro lugar, uma Assembléia como esta, com caráter eminentemente pastoral, tem a sua eficácia porque, ao definir o objetivo e escolher as prioridades, busca o que mais nos desafia na evangelização, no pastoreio. Com este planejamento afirmamos que nós, Igreja de Fortaleza,  não estamos improvisando, sabemos o que queremos e, acima de tudo, se constrói comunitariamente um referencial comum a ser seguido por todos (Regiões Episcopais, Paróquias, Movimentos, Pastorais, Grupos, Associações e Novas Comunidades), além de ser conteúdo obrigatório de toda a Catequese. É evidente que se respeita a diversidade dos dons, distribuídos pelo Espírito Santo para a edificação da comunidade. Lembremos, no entanto, que o mesmo Espírito, que está na base da diversidade, é o grande artífice da unidade, da comunhão, da eclesialidade.<br />
	Por fim, vem um grande obstáculo! Parece que todo o esforço desprendido nesse processo, que se concretiza num programa de evangelização, ou seja, no Plano Pastoral, tem uma vocação - a gaveta. Muitos estudiosos do assunto já se debruçaram sobre esse aspecto tão negativo, que é o desprezo que se dá ao planejamento, e buscaram suas raízes. Acredito que na base de tudo estão o individualismo, conseqüentemente, a falta de senso de eclesialidade e, também, a ausência de mediações de monitoramento. Neste sentido, a responsabilidade é da Instituição e das instâncias responsáveis pelo processo de animação da Pastoral, em todos os níveis da Igreja.<br />
	Aqui temos duas opções: ou capitular diante do individualismo exacerbado da nossa sociedade, negando a tradição comunitária da nossa Igreja com fundamentação na TRINDADE, ou assumir esta tradição com toda sua autenticidade, negando o individualismo..Quando essa desvalorização do Planejamento e do Plano Pastoral acontece, cada um vai fazendo por si, com muito empenho e boa vontade, mas sem rumo, ao sabor do modismo, da improvisação, da repetição, ainda que se acredite na força de convocação da Igreja. O pior mesmo é quando se desconhece aquilo que foi construído com tanta dignidade.<br />
Faço minhas as palavras do Pe. Agenor Brighenti: “Para crer no planejamento, é preciso que o comunitário seja mais forte que o individualismo”.  Na Igreja, a arte do Planejamento vai além do seu aspecto puramente técnico. Baseia-se numa espiritualidade, numa mística, muito bem lembrada na Carta Apostólica NO INÍCIO DO NOVO MILÊNIO do Papa João Paulo II, quando trata da espiritualidade de comunhão, nº. 43: “Por fim espiritualidade da comunhão é saber ‘criar espaço’ para o irmão, levando ‘os fardos uns dos outros’ (Gl 6,2) e rejeitando as tentações egoísticas que sempre nos insidiam e geram competição, arrivismo, suspeitas, ciúmes. Não haja ilusões! Sem essa caminhada espiritual, de pouco servirão os instrumentos exteriores de comunhão. Revelar-se-iam mais como estruturas sem alma, máscaras de comunhão, do que como vias para a sua expressão e crescimento”.<br />
	Que nestes dias, estejamos atentos ao que o Espírito Santo diz à Igreja de Fortaleza.</p>
<p>* Pe. Almir Magalhães é Sacerdote da Arquidiocese de Fortaleza, Reitor do Seminário Arquidiocesano de Fortaleza – Filosofia.</p>
]]></content:encoded>
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